Que bonita a sua roupa

Quando somos jovens, independentemente de quão jovens somos, sempre ouvimos os mais velhos sentirem falta daquilo que perderam: a jovialidade, as oportunidades e a força para a resignação: "cheguei uma idade em que não consigo mais tolerar isso”.

Um recomeço no fim

O mês de dezembro sempre pede os discursos sobre o ano novo e seus recomeços, mas poucos realmente conseguem reiniciar do zero. Eu mesma sempre cogito a possibilidade de fazer uma reforma intima, mas nunca pude celebrar essa conquista.

O balde de água fria e o fim da zona de conforto

Quando eu era criança, como todas as outras, acreditava em Papai Noel. Todo início de dezembro, eu já começava a escrever minha carta. Teve um ano que eu recebi um telegrama do próprio bom velhinho, dizendo que não havia conseguido encontrar o que eu queria e se eu não poderia trocar meu pedido. E eu assim o fiz.

Dieta para fazer crescer o músculo do amor próprio

Uma vez eu fiz uma afirmação um tanto quanto triste, mas verdadeira: preciso alimentar o amor-próprio, mas não sei o que ele come.

Errar é humano. Culpar outra pessoa é política



Mesmo trabalhando durante mais de dois anos nesse ramo, jurei que jamais falaria de política nesse blog. Não saberia escrever sobre, então faltar-me-iam palavras. Agora não mais.

Sobre os trincos de um cristal

Existe um cristal muito valioso em cima da minha escrivaninha. Eu o levo onde for, sempre em cima dela, para evitar qualquer tipo de trinco. É um tipo de cristal que eu carrego, mesmo sem saber, desde que nasci. E, como eu não sabia o valor desse cristal, algumas pessoas ele já se rompeu.

Respeitar as escolhas do próximo não faz mal a ninguém



Pra quem não sabe, sou formada em jornalismo há dois anos. Entrei na faculdade em 2011 e no mesmo ano conheci uma garota fantástica! Ela se tornou minha melhor amiga e é até hoje, mesmo depois de escolher abandonar o curso.
Essa semana ela me questionou se eu já me senti desconfortável com a falta de respeito que as pessoas têm com as decisões que eu tomo. Devolvo essa pergunta pra você, leitor. Como você se sente?